ALEMANHA
PARA A ANTÁRTIDA
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Antes
de qualquer coisa, é bom esclarecermos as coisas. Primeiro: este
artigo tem a função de levantar o envolvimento da Alemanha Nazista com
a presença alienígena em nosso planeta. Não temos o menor interesse
de fazer qualquer propaganda política a favor do nazismo, da intolerância
e da violência. Assim, que fique claro que não somos partidários
deste tipo de mentalidade e, na verdade, temos uma posição bem antagônica
com isso. Qualquer ser humano que achar que o nazismo representou algo
positivo em nosso mundo deve, no mínimo, ser Para
buscar as raízes destes acontecimentos somos obrigados a nos
transportar para o término da Primeira Guerra Mundial. Tal como ocorreu
na Segunda, a Primeira Guerra Mundial acabou por trazer sérias restrições
para a Alemanha. O tratado de Versalhes (para ver uma cópia da parte do
mapa do tratado de Versalhes a que estamos nos referindo, clique com o
mouse em: doc1) definia as
fronteiras dos países europeus, principalmente os territórios da Prússia
Oriental e da Alemanha. Mas o fato mais dramático no Tratado de
Versalhes era que a Alemanha
teria sido literalmente proibida de possuir Forças Armadas. É claro
que isso gerou reações na população e, principalmente, nas possíveis
lideranças políticas potenciais. Entre as várias conseqüências
deste fato está a proliferação de sociedades secretas na
Alemanha. E é neste cenário que surgiu a sociedade secreta THULE-GESELLSCHAFT.
Esta sociedade atuava em nível político-econômico, mas, no que se
refere ao nosso assunto de interesse, não é a THULE-GESELLSCHAFT
que nos interessa e sim uma segunda ordem que dela resultou. Em 1919,
Kaspar Haushofer fundou uma ordem paralela a THULE-GESELLSCHAFT
que tinha uma designação diferente desta: ao invés de ter uma atuação
política-econômica, ela tinha o objetivo de estabelecer a relação
entre as observações de ÓVNIs que vinham sendo registradas desde a
idade média, no centro-norte da Europa, com as antigas civilizações
da Mesopotâmia. Esta
segunda ordem recebeu o nome de VRIL e os seus membros estavam
convencidos que os povos daquela região eram descendentes de
extraterrestres provenientes do sistema solar de Aldebaran, situado a
sessenta e oito anos-luz de nosso planeta. Esta civilização alienígena
teria iniciado um processo de colonização do Universo a milhares de
anos atrás e acabou por atingir, dentre outros, o nosso sistema solar.
Esta civilização teria centrado suas atividades na região da Mesopotâmia
e isto resultou nas No final do ano de 1919, a ordem VRIL entrou em contato com a médium Maria Orsic, famosa na época, com o objetivo de ajuda-los em suas investigações sobre a existência de vida alienígena e sua ligação com o surgimento do ser humano na Terra. E eles tiveram algum resultado em sua empreitada. Pelo que consta, a médium Maria Orsic teria psicografado uma mensagem alienígena que descrevia como construir uma máquina aérea (foto acima – desenho do protótipo) que possuía uma tecnologia que permitiria atingir o chamado “Além” ou o “Outro lado”. Mas só depois de três anos é que a ordem VRIL viria iniciar a construção desta máquina aérea através do apoio do Dr. W. Schumann, professor da Universidade Técnica de Munique.
A máquina
era constituída de um disco de
8 metros de diâmetro, alteada de um disco paralelo de 6,5 metros de diâmetro e
na parte inferior um outro disco de 1,80 metros de diâmetro, onde se
instalou o propulsor de 2,40 metros de altura. Em baixo, o corpo central
terminava em forma cônica, onde se encontrava uma espécie de pêndulo
que tinha por efeito estabilizar o aparelho. Os discos inferiores e
superiores giravam em sentido contrário para criar um campo de rotação
eletromagnético. Assim,
finalmente, no verão de 1922, a máquina aérea estava pronta (foto
real do protótipo construído ao lado). Não são conhecidos os resultados de testes desta máquina aérea em forma de disco. Ao que tudo indica, este disco foi testado por volta de dois anos para depois ser desmontado e armazenado nos ateliês Messerschmidt em Augsbourg. A partir daí temos vários acontecimentos, mas eles estão profundamente ligados à movimentação política-partidária e do poder na Alemanha que se desviam (embora poderiam complementar o entendimento) do nosso assunto abordado. Assim pulamos para o ano de 1934. Neste ano a ordem VRIL tinha em seus membros um personagem conhecido e que marcaria dramaticamente a história de nossa civilização em todo o mundo: Adolf Hitler (foto ao lado). Em junho de 1934 Hitler teria convidado Victor Schauberger, entre outros, para trabalhar na sociedade secreta VRIL e ajudar a viabilizar o desenvolvimento e construção de uma máquina aérea com capacidade de ultrapassar os limites do nosso Sistema Solar. Este fato está profundamente respaldado por vários dados que se tornaram públicos hoje em dia e que ligam a pessoa de Adolf Hitler ao ocultismo. Hitler era um fervoso adepto do ocultismo e misticismo. Obviamente, dado à sua personalidade de natural liderança e excelente oratória, Hitler passou a ser não apenas um membro da ordem VRIL, mas o principal personagem de comando da ordem. Entre as várias atuações determinadas por Hitler, havia a criação de um grupo especial nomeado de “SCHWARZE SONNE” (sol negro) ou simplesmente “SS” no qual vários emissários eram enviados ao Tibete com o objetivo de conhecer e dominar todas as técnicas de meditação para auxilia-los na comunicação com os alienígenas. Com
as técnicas de meditação obtidas através de emissários para estudos
no Tibete, a sociedade secreta VRIL não apenas teria conseguido
estabelecer um contato com uma suposta civilização alienígena, mas
mantido durante um tempo ignorado o contato. Entre as muitas informações
obtidas, está a saga que conta que o sistema
solar de Aldebaran era constituído de uma civilização que se
subdividia
em um povo de mestres (homens-deus ou Arianos) e em
diferentes raças humanas. As raças humanas teriam se desenvolvido
devido a mudanças climáticas sobre os planetas isolados e, assim,
seriam um resultado da degeneração dos homens-deus. O que
significa que nós seríamos o resultado da degeneração da raça homem-deus
que teria ocorrido devido à instabilidade do sol de nosso sistema
solar. Esta instabilidade produziu a emissão de radiações solares
agressivas e que acabaram isolando a Terra de seu sistema solar de
origem e, ainda, causado uma decadência biológica em nós. Eles teriam
colonizado, num primeiro momento, no que se refere ao nosso sistema
solar, o planeta Mallona. Este planeta teria existido entre Marte e Júpiter,
onde se encontra hoje o cinturão de asteróides. Uma guerra envolvendo
a civilização de Mallona acabou tendo como resultado a sua destruição
(o que sobrou foi justamente o cinturão de asteróides). Seguiram então
à colonização de Marte, na qual as grandes cidades piramidais e o
rosto marciano (a região da Cydonia fotografada em 1976 pela sonda
Viking) seriam a suposta prova da veracidade deste relato. Por fim,
atingiram a Terra e o resultado disto foi o surgimento do povo Sumério.
Não é um absurdo as coincidências com certos dados obtidos e que não
teriam a menor ligação com os nazistas (ver neste site BRASIL
UFOLOGIA 01 – Luci Gallucci ou Karran)? Voltando à construção de discos... Em junho de 1934, com a coordenação de Victor Schauberger e a colaboração do Dr. Schumann, o pedido de Hitler para construir uma máquina aérea capaz de transpor os limites de nosso Sistema Solar foi atendido. Este primeiro ÓVNI alemão recebeu o nome de RFZ 1 e tinha como princípio de funcionamento a máquina que ia para o “Além” ou “Outro lado”.
Este
disco foi construído numa fábrica de aviões de Arado em Brandbourg. No
final daquele mesmo ano, a dupla Schauberger e Schumann teriam terminado
a construção de um novo disco voador que foi chamado de RFZ 2 (a foto
ao lado e abaixo são reais do protótipo do
RFZ 2). Este novo disco seria o mesmo modelo anterior com alguns
aperfeiçoamentos. Ele teve o primeiro propulsor VRIL (também conhecido
por SSM-L). Este propulsor VRIL consistia em uma máquina de cinco
metros de diâmetro e que gerava uma espécie de campo eletromagnético
que fazia com que se deslocasse facilmente, alternando de cor cada vez
que a velocidade oscilava (qualquer semelhança com os discos voadores
alienígenas não é mera coincidência). Embora os resultados dos vôos
de teste do RFZ 2 tenham sido, indiscutivelmente, muito mais bem
sucedidos que o seu irmão anterior, RFZ 1; este disco voador
parecia ser pouco confiável e, ao que tudo indica, várias vezes teria
falhado e despencado do alto. A sorte foi que o seu piloto (Luther Weitz
– foi sempre este infeliz que usaram como cobaia para pilotar os
discos) acabou conseguindo estabilizar o disco antes que o mesmo
atingisse o chão. A
partir daí, os alemães acabaram por evoluindo no modelo designado como
VRIL-1. Só que essa evolução não teria sido... digamos tão natural
assim. O contato com civilizações alienígenas se dava ao nível de
telepatia, psicografia e canalização. Não frente-a-frente. Só que o
houve dois acidentes que colocariam os alienígenas frente-a-frente com os nazistas em
1936 e 1937. Infelizmente não há dados precisos sobre estes eventos.
Aparentemente, em 1936 um disco voador alienígena teria se acidentado
na região da Floresta Negra e para lidar com a situação rapidamente,
Hitler teria mandado um comando militar ao local com Rudolf Hess e
Rudolf Steiner (ambos ficaram conhecidos como braço direito de
Hitler), além de Goering (Chefe de Estado Maior da Força Aérea
Alemã). Ainda, no verão de 1937, houve um outro acidente na região
alemã conhecida como Gdynia (hoje Polônia) onde um ÓVNI com formato
de esfera caiu, coincidentemente, num terreno de propriedade da família
de Eva Braun (foto ao lado - que mais tarde acabou se casando com Adolf
Hitler). Neste segundo acidente, Hitler teria enviado forças especiais
das SS, acompanhado por vários cientistas (pelo jeito, em função do
acidente de 1936, Hitler já teria criado um comando especial para atuar
no resgate de naves alienígenas). Entre os cientistas que foram
envolvidos nesta operação de resgate estavam Wehner Heisnberg e Max Von Laue (que viriam a
integrar a equipe de pesquisa nuclear durante a Segunda Guerra Mundial).
O que se segue depois aos acidentes com naves alienígenas é um
tremendo filme repetitivo – com direito a sensação de “...já
vi essas cenas antes”. Logicamente que Hitler procurou manter
todas essas operações à revelia da população e, principalmente, dos
paises ocidentais. As fotografias acima e ao lado falam por si só...
Entre 1937 e 1938 os alemães construíram em tempo recorde imensas
galerias subterrâneas destinadas à fabricação de máquinas voadoras
não convencionais (baseados também nos modelos alienígenas
acidentados, além dos RFZ 1 e RFZ 2 – supomos).
Este foi o primeiro disco voador notável que Hitler havia construído: atingia uma velocidade de 12.000km/h, podia efetuar, em plena velocidade, mudanças de vôo de 90° sem que isso viesse causar algum dano no piloto, não estava sujeito às condições atmosféricas e estava perfeitamente apto a voar tanto na atmosfera terrestre como no vácuo (ou espaço se preferir). Foram construídos cerca de dezessete exemplares do VRIL-1. Há indícios que tenham sido fabricados modelos variantes do VRIL-1 com dois assentos e uma cúpula em vidro. Antes
de prosseguir, vamos colocar alguns dados interessantes.
Indiscutivelmente, é notório que os nazistas passaram a desenvolver
seus discos voadores rapidamente após os anos de 1936 e 1937. Isso pode
reforçar a veracidade dos dois supostos acidentes envolvendo naves
alienígenas e que teriam sido resgatados por
Adolf Hitler. Todo o enorme complexo subterrâneo usado para fabricar
os discos voadores alemães foi, mais tarde, utilizado para construir as
famosas bombas V-1 e V-2 (e que não tinha absolutamente nada haver com
os discos voadores). Provavelmente os discos teriam sido transferidos
para uma nova base subterrânea na Antártida. Com a retomada do projeto RFZ, após terem servido para desenvolver os modelos VRIL, finalmente em 1941 ficou pronto um novo modelo RFZ 2. E este teria um desempenho impressionante. Foi utilizado como avião de reconhecimento a grande distancia na “batalha da Inglaterra”. Este novo modelo RFZ 2 teria sido fotografado em 1941 no sul do Oceano Atlântico quando se dirigia para o Cruzeiro Atlantis que estaria em águas do Ártico (infelizmente não conseguimos esta fotografia).
Mas mesmo os modelos VRIL e HAUNEBU tinham alguns problemas para se transformarem em máquinas de guerra. Hitler queria de qualquer jeito que os modelos VRIL tivessem canhões de tanques Panzer instalados (todas as fotos). Mas depois de várias tentativas, Hitler foi obrigado a aceitar que não poderia usar as armas convencionais em seus discos voadores, pois essas armas (especialmente os canhões Panzer) tiravam toda a estabilidade dos discos em vôo.
E isso acontecia de uma forma que os cientistas não conseguiram sequer entender para que pudessem achar uma solução. Na fotografia abaixo no lado direito mostra um dos testes que objetivavam a adaptação dos canhões Panzer nos discos voadores de modelo VRIL. Como podemos notar, o disco estaria justamente disparando – mas no momento em que a fotografia foi batida, o disco voador VRIL estava a uma baixíssima altitude. Todos os projetos envolvendo os canhões Panzer tiveram que ser abandonados. Não se engane – é óbvio que os nazistas encontraram armas mais eficientes e funcionais para seus discos voadores, mas não em tempo suficiente para evitar que fossem esmagados pelos Aliados. Aliás, sobre este assunto há uma interessante teoria. Paises como o Brasil, que não representavam um poder militar poderoso, acabaram por ser envolvidos porque todos os comandos dos Aliados sabiam muito bem o que estava acontecendo. Todos os serviços de inteligência davam o seguinte prognóstico: Hitler tinha de ser esmagado rapidamente e de forma definitiva, pois se houvesse tempo para que ele disponibilizasse militarmente metade do que seus cientistas estavam desenvolvendo, nada evitaria que ele literalmente dominasse o mundo. Era uma situação em que nem as ogivas nucleares resolveriam – a menos que praticamente quase toda a Europa fosse “transformada em pó” (ou seja: a morte para a maioria dos Aliados). Mesmo que tomassem isso como uma possibilidade remota, isso resultaria em graves danos irreparáveis e que poderiam levar ao inicio de um processo de extinção da raça humana. Sendo assim, qualquer país, que fosse o que fosse militarmente falando, representava uma soma importante para tratarem de destruir a Alemanha o mais breve possível ou estaríamos fadados ao domínio alemão.
E
pela enorme quantidade de projetos que foram encontrados pelos Aliados
nos arquivos das SS quando ocuparam Berlim, esse quadro era
dramaticamente real. Por exemplo: havia um relatório que descrevia um
teste de um disco modelo RFZ 5, em agosto de 1939, efetuado na Antártida.
Este disco teria atingido a velocidade de 4.500km/h em poucos segundos e
chegou ao pico de 15.000km/h. Este modelo estaria sendo equipado com
duas armas laser negro (os lasers negros seriam popularmente conhecidos
como os “raios da morte”). Também havia um documento
descrevendo o HAENEBU II (doc4)
que possuía algo em torno de 26 metros de diâmetro, desenvolvia uma velocidade de 6.000km/h já estando apenas a nove
metros de altura, teria capacidade de transportar 20 pessoas e uma
autonomia absurda de 55 horas de vôo. Outro documento descrevia o
HAENEBU III (doc5)
com cerca de 70 metros de diâmetro, atingia a velocidade de 40.000km/h
a 24.000 metros, transportava 32 pessoas e com autonomia surpreendente
de cerca de 8 semanas de vôo.
Posterior a ele, foi produzido o RFZ 7 T. E este, por sua vez, teria funcionado perfeitamente. Não se sabe se não houve tempo ou foi uma mudança de estratégia dos alemães, mas o fato é que ele não fora utilizado para cumprir seu propósito inicial. De qualquer forma, todos esses projetos pareciam brinquedos de criança se comparados com os discos RFZ, VRIL e HAUNEBU. A história oficial sobre a Segunda Guerra Mundial confirma que os alemães eram, de fato, os revolucionários da tecnologia. Sem repetir pela milionésima vez sobre a colheita norte-americana e russa das tecnologias alemãs no término da Guerra, podemos citar que foram os alemães quem desenvolveram o que viria a ser os submarinos e, obviamente, foram os primeiros a fabricá-los. Esse potencial científico era surpreendente e, inclusive, reconhecido pela história oficial. E um bom exemplo disto é o navio SCHWAABENLAND. Este navio alemão, que tinha suas bases operacionais ora em Horta ora em Faial (Portugal), foi considerado em 1939 como sendo o mais moderno, bem equipado, com sistemas sofisticados de comunicações e com uma inigualável estação meteorológica. E isso foi a razão do presidente norte-americano Roosevelt ter ido visitar as dependências desta embarcação em 24 de maio de 1939. Dizem que naquele momento já havia entrado em “contagem regressiva” para que a Segunda Guerra Mundial estourasse de vez (setembro de 1939). A razão era que Hitler queria se livrar das amarras que o Tratado de Versalhes impunha à Alemanha. Assim, Hitler instituiu o serviço obrigatório militar em 1935 e começou a progredir meteoricamente, até vir a se interessar em transformar o mundo inteiro em uma Alemanha Nazista.
Mas voltando... Os
alemães nem esperaram que o presidente Roosevelt saísse do
SCHWAABENLAND, numa tremenda cara-de-pau, para que Berlim comunicasse
uma ordem especial ao comando da embarcação: sua missão é a de
ocupar e demarcar uma parcela de território da Antártida com 600.000
quilômetros quadrados (fotografia acima foi batida durante a operação
de demarcação). Este território seria reclamado como possessão alemã
e recebeu o nome de NEU-SCHABENLAND, ou Nova Suécia (doc6
e doc7). Hitler
já havia mandado anteriormente, em 1938, uma expedição à Antártida
com o objetivo de reconhecimento. Assim, nesta nova missão realizado
pelo navio SCHWAABENLAND, os alemães já tinham uma idéia bem precisa
do local e de suas condições geográficas onde aconteceria tal demarcação.
O navio, num primeiro momento, vai até Hamburgo onde é reabastecido de
equipamentos e cientistas para, logo em seguida, partir em direção E agora vem uma das peças fundamentais destes eventos e que, infelizmente, continua a ser um enorme mistério (pelo menos para a população)... Em agosto de 1942, o navio SCHABENLAND teria sido transferido para a Noruega (que já estava ocupada pelos nazistas) sendo acompanhado de uma gigantesca escolta de 24 navios. E nos próximos um ano e meio ninguém soube do paradeiro destas embarcações. Os pesquisadores não conseguiram encontrar quaisquer registros sobre a localização dos mesmos. Seria coincidência que uma parte do território da Antártida ocupado pelos nazistas era considerado como de “fins científicos da Noruega” pela sociedade das Nações? Alguma coisa muito especial para os alemães estava acontecendo envolvendo diretamente as operações desta gigantesca frota marítima e que foi mantido no mais alto sigilo pelos nazistas. E essa desconfiança era totalmente compartilhada pelo comando dos aliados. Queres provas ou, pelo menos, um forte indício para tais afirmações? O presidente Roosevelt chega dar a conhecer numa missiva ao presidente do Brasil, enviada através de um embaixador, que o presidente do conselho português, Dr. Salazar, não dá a anuência para a instalação de uma base aérea norte-americana nos Açores, porque os alemães preparam-se para instalar no arquipélago uma base de submarinos, uma vez que, com freqüência ali faziam escala – que só poderia ser para a Antártida (doc8). Um outro documento bastante interessante é proveniente dos serviços de inteligência norte-americanos na qual está assinalado: "Salazar continua a jogar com o tempo" (doc9). Os norte-americanos tinham formalizado um pedido de aprovação para poderem instalar uma base nos arquipélagos de Canárias e Cabo Verde. Era notório a movimentação nazista lá, mas, no entanto, Dr. Salazar demorava estratégicamente para responder. Isso fez com que os estados-maiores inglês e norte-americano preparassem uma operação de ocupação dos arquipélagos, caso fosse necessário.
Fica a questão: porque os alemães estavam tão empenhados numa operação para a Antártida? Talvez
isso responda o porque dos norte-americanos e russos não terem
encontrado sequer um único disco voador RFZ, VRIL, HAUNEBU e, um novo
projeto em pleno desenvolvimento naquela época: o ANDROMEDA (doc10).
Num cúmulo da coincidência, este projeto consistia em um enorme
cilindro transportador de vários discos (charutos voadores). Como podemos ver, parece que tudo que os nazistas estavam desenvolvendo consistem justamente com o que tem sido avistado nos céus e atribuídos como de procedência alienígena. Isso pode, num primeiro momento, abrir a possibilidade de que a presença alienígena em nosso planeta seria, na verdade, bem terrestre, humano e nazista. Mas se isso é a primeira constatação, ela também é a menos sustentável; afinal, os discos voadores não começaram a aparecer juntamente com a ascensão do nazismo. Na verdade, há diversos achados arqueológicos que retratam claramente um típico disco voador e, até onde se sabe, esses achados consistiriam em restos de civilizações que datam de milhares de anos atrás.
Logo, os
discos voadores não são uma obra alemã, mas um fenômeno que tem
acompanhado, comprovadamente, a nossa humanidade desde os seus primórdios.
Sem mencionar que os alienígenas podem até estar relacionados com o próprio
aparecimento do homem (foto ao lado: um dos modelos VRIL em pleno vôo
– parte inferior). Voltando ao tema principal, houve constantes manobras com veículos marítimos dos alemães dirigidas à Antártida no decorrer de toda Segunda Guerra Mundial. Até que, uma semana antes da rendição alemã, uma gigantesca esquadra contendo a ninharia de 128 submarinos U-Boat das séries 21 e 23, comandada pelo Almirante Doenitz, partiu de diversos portos do Mar Báltico com destino ao Atlântico Sul. No percurso inicial, dirigiu-se em direção às Ilhas Faeroer, atravessando o canal entre estas e a Islândia.
Só que os aliados estavam extremamente atentos
para qualquer manobra marítima dos alemães, pois estavam certos que
estes haviam montado uma enorme colônia militar, possivelmente subterrânea,
na Antártida. Assim, os serviços de informações descobriram a
manobra da gigantesca esquadra
liderada pelo Almirante Doenitz
e enviaram uma esquadra com os melhores e mais modernos navios
norte-americanos no Atlântico Sul para esperar pelos submarinos
alemães. Esse encontro teria sido o último de nossa civilização com
os alemães, pois, a partir daí, existe um sem número de versões
diferentes. O que se tem como certo por todos os pesquisadores é que
houve um enorme combate naval, sendo que não houve uma única baixa
alemã, enquanto que no nosso lado houve várias avarias bastante sérias
nos navios e a derrubada de um avião aliado. Ao que tudo indica, a
esquadra de navios norte-americanos descobriu na própria pele o que
seria o chamado laser negro ou raios da morte e que os
documentos nazistas apontavam como principal armamento dos discos VRIL. Após
a batalha, a gigantesca esquadra rumou obviamente para a Antártida. Porém,
antes disto, o Almirante Doenitz teria mandado três embarcações se
desprenderem da esquadra e cada uma seguiu para um destino diferente com
uma missão diferente: Ø
O primeiro seguiu até
Portugal transportando documentos secretos a serem entregues para o Dr.
Salazar, presidente do Conselho. Como Lisboa era o centro de espionagem
da Europa, o submarino teria ido até o porto Leixões onde foi afundado
pela própria tripulação. A tripulação, segundo consta, após
entregar os documentos ao Dr. Salazar, simplesmente desapareceu. Não se
sabe o paradeiro de nenhum deles. Ø
O segundo seguiu em direção
da Terra do Fogo, na América do Sul, passar instruções para uma colônia
de refugiados alemães (?) em plena fuga à invasão Aliada na Europa. Ø
O terceiro seguiu para um
destino inusitado: os Estados Unidos. Esta embarcação teria se rendido
alegando ser o que restaram da frota nazista e, ainda, entregaram
centenas de projetos secretos de aviões realizados na Alemanha até o
ano de 1945. A
rendição é até rapidamente compreensível como um plano estratégico
visando fazer os Aliados acreditarem que não exista uma colônia
militar na Antártida (claro que não “colou”). Mas entregar
centenas de projetos militares secretos de aviões “de ponta” alemães
aos norte-americanos parece ser uma atitude desconexa. Mas, antes de
fazermos qualquer julgamento, prestemos atenção em alguns modelos (
vale ressaltar que foram centenas de projetos – os que mostramos são
alguns bem sugestivos ): HORTEN HIXANO: março de 1945, VELOCIDADE: 950km/h, ALTITUDE: 16.000m, MOTORES: Junkers Jumo 004 B-2
GOTHA P-60ANO: fevereiro de 1945, VELOCIDADE: 930km/h, ALTITUDE: 13.300m, MOTORES: Heinkel Hs S-011
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Antes
de perguntarmos o porque de entregar gratuitamente projetos tão
impressionantes, fica outra dúvida: o que existe realmente de
norte-americano em aviões como os LOCKHEED F-117 ou NORTHROP B-2 SPIRIT?
Que os alemães estavam flertando o que viria a ser a tecnologia Stealth
(invisível ao radar) nos anos 40 não é nenhuma novidade (não
era diferente do ocidente); mas que todos os aviões “de ponta”
norte-americanos chegassem a parecer até no formato com os projetos
secretos de aviões alemães de sessenta anos atrás... é para chocar
mesmo.
E
porque foram entregues? Isso só pode representar uma coisa: era óbvio
que os Aliados, especialmente os norte-americanos, jamais iriam
acreditar que não havia nenhuma colônia na Antártida. Então, para
ganhar tempo, enquanto os norte-americanos se ocupam desses “brinquedinhos”
(anexo) novos, não pensavam nos outros que os alemães tinham e que
fazem esses parecerem carroças: os discos voadores RFZ, VRIL, HAUNEBU e
ANDROMEDA (charuto voador) – todos baseados na antigravidade gerada
por campos eletromagnéticos.
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Mas
os alemães que agora se encontravam nesta provável colônia situada na
Antártida sabiam que era uma questão de tempo, e muito pouco tempo,
para que os Aliados começassem arquitetar e a movimentar operações
para a sua ocupação. Os Aliados sabiam dos discos RFZ, VRIL, HAUNEBU e
ANDROMEDA, sabiam que os aviões e vários artefatos recuperados da
Alemanha arrasada, como as Bombas V1 e V2, eram apenas o troféu “abacaxi”
recebido por vencerem uma guerra que não tinha acabado de verdade. E não
deu outra: a partir de 1946 foram realizadas várias manobras que
visavam estourar as instalações subterrâneas alemãs sediadas na Antártida.
É interessante colocar que há inúmeras possibilidades sobre este ponto. Teriam os nazistas constituídos sozinhos uma colônia ou estariam em plena interação com os seres alienígenas de Aldebaran? E talvez essa fosse a grande verdade na qual se tem até cometido assassinatos para a sua proteção: justamente o território demarcado por Hitler era alvo de constantes aparições ufológicas no pós-guerra e nunca, absolutamente nunca, obtivemos sucesso em estourá-lo. E uma grande parte dessas aparições constituíam em naves que entravam e saiam de nossa atmosfera – conforme o que teria sido captado pelos radares. Estaria a colônia alemã interagindo com seres alienígenas vindo de espaços remotos do universo? Há algo nesse ponto que parece ser evitado por todos os que devem saber ou fazer alguma idéia do que realmente aconteceu e continua acontecendo hoje.
| Muitas vezes se tem a sensação de que muitos dos depoimentos têm sugerido algo que transcende o que a maioria conhece e está ligado a este tema. Por exemplo, o coronel e venerado ufólogo Wendelle C. Stevens ( foto ao lado ) nunca falou que os discos captados na operação que ele coordenou no Ártico eram nazistas; no entanto dizia que poderiam ser um avanço sobre a tecnologia alemã ( então ele confirma que os alemães tinham a tecnologia de discos voadores em pleno desenvolvimento? ) e, principalmente, não foram poucas as vezes que Wendelle C. Stevens disse que achava muito estranho que os Estados Unidos deslocassem tantos navios, aviões e afins para a vigilância dos Pólos mesmo depois da guerra ter terminado. | ![]() |
Ora, se os alienígenas
invadiam nossa atmosfera pelos Pólos, não há nada de estranho... mas
porque ele termina dizendo que mesmo depois da guerra ter terminado?
O que a Segunda Guerra Mundial tem haver com isso? Percebe... é uma
especulação, mas realmente parece haver algum tipo de
sugestão em volta deste tema e que transcende o que estamos acostumados
a entender e que implica numa conexão direta entre os UFOs e a colônia
alemã de Neu-Schabenland, na Antártida.
![]() |
E a situação era essa: várias missões enviadas naquele local não tinham sucesso e, quando partiam para o confronto direto, acabavam por ter várias baixas em suas fileiras sem que acontecesse o mesmo com os discos que saiam do que se acreditava ser uma das entradas da colônia alemã subterrânea na Antártida. Indignados com tantos fracassos, os altos comandos militares chamaram o homem mais experiente em vôos polares naquela época: o Almirante Richard Evelyn Byrd (foto ao lado). Sua experiência compreendia várias viagens aéreas ao Pólo Norte e Sul, no final das décadas de 20 e 30, organizando e participando em várias missões aéreas nas zonas mais gélidas do planeta Terra. |
E assim,
Richard Evelyn Byrd, junto do contra-almirante George Dufek, ainda no
final de 1946, foram responsáveis pela preparação e comando de uma
operação gigantesca para a destruição da colônia alemã de
Neu-Schabenland, nomeada de “OPERATION HIGHJUMP”, que era
constituída por:
Ø
6500 homens
(norte-americanos, ingleses, australianos e – por incrível que pareça
- soviéticos).
Ø
01 navio capitânea:
MOUNT OLYMPUS.
Ø
01 navio-catapulta (lançadores
de aviões): PINE-ISLAND.
Ø
01 submarino: SENNET.
Ø
02 fragatas: HENDERSON e
BROWNSEN.
Ø
02 navios de apoio:
YANKEE e MERRICK.
Ø
02 porta-aviões:
PHILIPPINES e CURRITUCK.
Ø
01 navios cisterna:
CAPACAN.
Ø
01 quebra-gelo: NORTHWIND.
Ø
01 navio petroleiro:
CANISTEEO.
O
resultado desta operação foi uma evacuação rápida da missão
comandada por Richard Byrd com cerca de 1.500 baixas entre homens e
materiais. Fracasso total! No meio do caminho para regresso aos Estados
Unidos, Richard Evelyn Byrd fez uma declaração numa conferência para
a imprensa no Chile (para desespero das autoridades), em 05 de março de
1947, que pode ser considerada uma das maiores provas de tudo que aqui
está sendo exposto: “A Terceira Guerra Mundial poderia começar a
se concretizar a partir dos Pólos, devido às estranhas naves, aviões
e discos que por lá apareciam e circulavam constantemente sobre os céus
da Antártida”. Como presente de seu comando devido à sua
sinceridade com a imprensa, Richard Evelyn Byrd ganhou uma aposentadoria feliz e totalmente isenta de despesas de sua parte
(totalmente paga pelo seu governo como gratidão) num respeitável manicômio
norte-americano. E esta operação foi ironicamente apelidada pelas
fileiras militares norte-americanas de “PENGUIN WAR” (Guerra
dos Pingüins), já que o alto comando insistia em dizer para a imprensa
que na Antártida não existia nada além de pingüim.
Por uma questão de conveniência, todo os comandos militares do mundo (que sabiam muito bem o que estava acontecendo) passaram a não incomodar a colônia alemã subterrânea de Neu-Schabenland. Possivelmente se convenceram que não eram somente alemães que estavam combatendo, mas forças externas ao nosso planeta. Na verdade, há um grande número de teoria à respeito desta colônia, mas todas unânimes em afirmar que alemães estavam agindo conjuntamente com a mesma civilização que teria fornecido o plano para construção da máquina discoidal que permitia atingir o “Além” ou o “Outro Lado”. A última operação definitiva que se tem notícia foi em 1956. Possivelmente motivada por causa da declaração pública de uma expedição científica chilena naquele continente. A declaração descrevia o avistamento de vários objetos voadores inusitados com forma de charuto e disco. Pelo que consta, os norte-americanos resolveram tentar uma última operação para tentar ocupar a colônia e, para tanto, que foi uma operação exclusivamente norte-americana, os oficiais resolveram radicalizar totalmente suas manobras militares: duas ogivas nucleares foram detonadas, sendo uma no subsolo (onde se supõe ser uma das saídas de acesso ao Neu-Schabenland) e outra em plena atmosfera. Resultado: totalmente ineficaz no combate da colônia. Porém, muitos experts na pesquisa desses eventos defendem que essa operação resultou em algo nada benéfico para a nossa civilização: o início do buraco na camada de Ozônio de nossa atmosfera.
Chegamos
num ponto onde não há fatos, mas hipóteses. Obviamente que é impossível
descreve-las uma a uma. Assim, lançaremos dados que podem estimular
cada pessoa formar uma opinião sobre como esses eventos podem ter
repercutido sobre nossa civilização e os seus desdobramentos até os
dias atuais. Vale ressaltar que muitos pesquisadores garantem que isto teria
sido o inicio da interação entre nossa civilização e inteligências
alienígenas. Que eles têm nos acompanhado desde o início de nossa
existência – não há a menor dúvida - mas agora estamos falando de
interação. O que resulta, mesmo que somente a nível
militar/governamental, em contatos e até mesmo possíveis acordos:
01
– A colônia alemã da Antártida levou os alemães a terem contatos
frente-a-frente com os alienígenas e estes interagirem com os alemães
na Antártida. Isso talvez justifique a razão por que algumas
testemunhas de observações do fenômeno ÓVNI descrevem com tanta
regularidade que os supostos tripulantes “grays” estavam
acompanhados, freqüentemente, por outros alienígenas de aparência
humana com características idênticas às dos povos “nórdicos” –
alemães?
03
– Não teria sido a única solução para os Estado Unidos, União
Soviética, Inglaterra e outras potencias militares do nosso planeta
buscar estabelecer acordos com outras civilizações e, assim, poderem
tentar se igualar tecnologicamente no potencial militar observado na Antártida?
04
– É claro que não podemos descartar a possibilidade dos alemães
terem selado seus próprios destinos ao se depararem com os alienígenas
que não teriam uma intenção amistosa. Assim, os alienígenas
terminaram na Antártida o serviço “incompleto” dos Aliados na
Segunda Guerra Mundial.
05
– Segundo Virgil Armstrong, Hitler
e sua esposa, Eva Braun, não morreram no bunker em Berlim, como
foi afirmado pelas Forças Aliadas. Isto finalmente foi provado pelas
radiografias tiradas das arcadas dentárias dos cadáveres. Esta
mentira, no entanto, teve seus méritos psicológicos, já que a população
mundial precisava ser convencida de que o monstro
estava morto. Hitler e Eva estavam num dos submarinos da gigantesca
esquadra de que teria ido para a Antártida. Mas Hitler e Eva Braun não
foram para a Antártida. Eles estavam num dos três submarinos que se
desprenderam da esquadra, no que teria ido até a Terra do Fogo. Por
fim, Hitler e Eva Braun desembarcaram na Argentina e passaram o resto de
suas vidas em Buenos Aires. Embora a Inteligência Internacional os
tivesse localizado, achou melhor que eles vivessem em paz e no anonimato
em vez de reacender a ira e o rancor da população mundial,
especialmente na Europa e na América. Segundo Virgil Armstrong, ele
nunca teve uma prova definitiva disso até conhecer uma mulher em
Chicago, Illinois, nos Estados Unidos, quando fazia uma conferência e
um workshop. Na platéia havia uma jovem que, enquanto Virgil contava a
história de Hitler e Eva, insistentemente levantava a mão,
demonstrando muita urgência em falar com ele. Ela disse que era
importantíssimo conversar em particular com Virgil. Mais tarde, Virgil
foi jantar com esta jovem. Ela disse para Virgil que se chamava Julie
Monteverio, que tinha morado na Argentina e que era filha de um ex-chefe
do Serviço Secreto que cuidava de toda a segurança interna da
Argentina. Disse que ela e seu pai, um dia, almoçavam em um dos vários
restaurantes ao ar livre e que seu pai, repentinamente, disse-lhe: “Julie,
você está vendo aquele homem ali, lendo o jornal?” Ela respondeu:
“Sim, papa”
e assim seu pai teria lhe dito que este homem era muito importante, que
seu nome era Adolf Hitler e que a mulher sentada a seu lado era sua
esposa, Eva Braun. Deveríamos nos perguntar se o “carrasco nazista”
Mengele não chegou em São Paulo da mesma forma (conforme o que foi
apurado a alguns anos atrás, Mengele teria vivido o resto de sua vida
com impunidade no Brasil)?
06
– Falando sobre Virgil Armstrong, ele tem uma teoria interessante (e
questionável) sobre tudo isso: Virgil diz que o terceiro Reich se
tornou uma espécie de quarto Reich na Antártida e que hoje não tem a
menor ligação com as monstruosidades que os nazistas cometeram na época
da Segunda Guerra Mundial. Virgil diz que a interação com forças
externas fizeram com que as novas gerações da Neu-Schbenland tivessem
uma mentalidade absolutamente diferente da que tinham antes –
inclusive teriam evoluído muito, espiritualmente falando, graças ao
convívio com os alienígenas. Hoje ele tem certeza que os habitantes de
Neu-Schbenland velam pela segurança de nosso planeta sem influir em
nossa sociedade. Eles estariam constantemente “pingando” contatos
nos quatro cantos do planeta (George Adamski?) de forma gradativa e
lenta para nos preparar para um futuro convívio com várias civilizações.
Essa proteção inclui o monitoramento e a neutralização de invasões
por forças externas “não muito positivas” para a nossa
civilização (será que isso teria alguma coisa a haver com os raros
casos em que são descritos ÓVNIS perseguindo um outro ÓVNI e o
derrubando? Temos algo assim na casuística russa e que fora
testemunhado por centenas de pessoas – vários discos perseguindo e
disparando feixes de luz num outro mais à frente que parecia estar
tentando fugir desesperadamente até que, finalmente, acabou atingido e
caindo em local ignorado). E todos os governos já teriam sido
contatados há muito tempo – eles sabem muito bem dessa atuação de
Neu-Schbenland. Os norte-americanos
07
– A África do Sul detectou duas explosões nucleares na região de
Neu-Schbenland, uma subterrânea e a outra teria sido na superfície (ops...
a última operação militar norte-americana não passou desapercebida).
O resultado disso foi um grave protesto de muitos países que exigiam o
fim das explosões nucleares na Antártida. Isso gerou um tratado de não
utilização de armas nucleares na Antártida até o ano 2.000. E os
Estados Unidos também assinaram o tratado (com seu prazo de validade
hoje vencido).
08
– Além da tão referida Antártida, muitos pesquisadores defendem que
os nazistas tenham se escondido em mais dois locais secretos
(possivelmente subterrâneos): em Serra de Mendonza, Córdoba
(Argentina) e no planalto central (Brasil). Com relação ao Brasil, o
local exato seria onde estariam os vestígios de uma antiga civilização
chamada de Akakor. O interessante é que o livro “Cronicas de
Akakor”, que retrata justamente esta suposta civilização antiga
que havia residido na região do Planalto foi proibido no Brasil e o seu
escritor, Karl Brugher, convenientemente assassinado em circunstâncias
muito suspeitas. Como se não bastasse tudo isso, alguns investigadores
colocam que realmente há uma grande possibilidade de algumas pequenas
aldeias indígenas terem sido sumariamente dizimadas por militares
brasileiros por terem várias palavras em alemão inseridos em seus
idiomas e, em alguns casos, foram encontradas pistolas automáticas alemães
na tribo. Não é preciso dizer que essas supostas pequenas aldeias se
localizavam naquela área e que não há, de fato, a menor prova disso
tudo.
09
– Na revista Ufo nº 58, O ufólogo Rubens Junqueira Vellela, que já
fez parte de uma expedição à Antártida, teria tido um avistamento
ufológico que foi comentado no mundo inteiro. Em suas pesquisas, Rubens
Junqueira Vellela teria obtido um contato surpreendente na qual lhe é
confirmado que várias nações alienígenas manteriam uma base no
subsolo da Antártida.
10
– Graças à parceria entre Allen Dulles e Reinhard Gehlen, a Gestapo
foi transplantada intacta para dentro dos Estados Unidos como a CIA, sem
o conhecimento ou consentimento dos cidadãos americanos (fonte: "Extra-Terrestrials
among us"). No 40º aniversário da Segunda Guerra Mundial, o então
presidente norte-americano Reagan colocou coroas de flores nos túmulos
dos soldados da SS. As raízes deste gesto simbólico são profundas
(fonte: "Relatório Krill" - janeiro de 1988).
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